Com o objetivo de ampliar a oferta de geração de energia elétrica e evitar gargalos, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) considera o planejamento de um bipolo de corrente contínua para escoar eólica e solar do Nordeste.
De acordo com o presidente da EPE, Thiago Barral, o estudo é fundamental para a segurança energética do país e que as análises levarão em consideração não somente os atributos físicos de cada fonte, como também os atributos econômicos. Todavia, ele pondera que o estudo ainda está em andamento e ainda faltam dados para uma conclusão.
“Esse estudo não está finalizado, nem qual o momento em que será construído, mas o estudo sai em março de 2022”, afirmou o executivo que participou da abertura do 18º Enase nesta quarta-feira, 13 de outubro. O objetivo, segundo ele, é fazer um melhor intercâmbio e escoamento das fontes renováveis, ampliando a capacidade de conexão dos empreendimentos. Isso porque há uma acelerada busca dos agentes em desenvolver projetos nestas regiões.
Os estudos consideram a expansão do Norte de Minas Gerais, por conta da fonte solar, e também o Sul da Bahia. Segundo Barral, até 2033 só no Nordeste a expansão deve ficar entre 20 GW e 40 GW de expansão, dependendo do cenário, “e estamos vendo que rede vai atender esse incremento”.
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