A incorporação da Omega Geração com a Omega Desenvolvimento vai permitir estratégias de comercialização de energia. De acordo com o CEO da Omega, Antonio Bastos, no modelo antigo da empresa, não era possível ter energia descontratada, porque havia a exigência de um contrato de longo prazo para ter o lastro para justificar o valor da compra do ativo. Segundo ele, agora há a crença que nos próximos cinco a dez anos os preços no curto prazo serão mais altos que os de energia nova. “Faz sentido em expansões novas trabalharmos um pouco mais descontratados para capturar essa margem maior e rentabilizar mais os ativos novos que viremos a desenvolver”, explica.
A intenção com a descontratação também é aproveitar preços melhores no segundo semestre. O executivo também contou que a empresa participou do processo de compra da Echoenergia, que acabou sendo adquirida pela Equatorial. A Omega chegou a viabilizar a contratação de um assessment para auxiliar na disputa.
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